Vulnerabilidades em aplicações Web: SQL Injection

Quais são as principais vulnerabilidades em aplicações Web e como elas podem ser identificadas são temas bastante discutidos por programadores, desenvolvedores e até empresários. 

A segurança de dados dentro de uma companhia ou instituição é fundamental, visto que o furto de informações ou ataques virtuais podem ocasionar muitos prejuízos. 

Desse modo, a equipe de TI (Tecnologia da Informação) desenvolve aplicações e ferramentas visando assegurar dados sigilosos e evitar ataques por injeções. 

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Mas, afinal, você sabe o que esses ataques significam? 

Para entender melhor o conceito de vulnerabilidades na web e como a SQL injection funciona na prática, continue sua leitura.

Acomode-se e confira o conteúdo que preparamos especialmente para você!

O que são vulnerabilidades em aplicações web?

Vulnerabilidade é um termo bastante conhecido, certo? Porém, na área de TI, as vulnerabilidades em aplicações web significam muito mais que algo exposto ou indefeso. 

Esse termo refere-se a uma espécie de “brecha” dentro de um sistema, permitindo que ataques virtuais ou vazamento de dados ocorram.

Assim, a vulnerabilidade é um sinal de que a sua rede sofre ameaças de invasão, sendo a SQL Injection uma das mais comuns e perigosas.

SQL Injection: Como funciona na prática?

Como falamos anteriormente, a SQL Injection é uma das vulnerabilidades em aplicações web mais perigosas e antigas. 

Esse tipo de ataque acontece por meio de uma abertura que está localizada na rede, implantando instruções que controlam esse servidor através de um aplicativo. 

Os hackers podem utilizar vulnerabilidades de SQL para ignorar medidas de segurança e autenticar uma página da web para acessar seus dados. 

Além disso, esses invasores podem roubar informações de clientes e fornecedores, como nome, número de telefone, CPF, entre outros. 

Isso, por sua vez, vai contra a Lei Geral de Proteção de Dados, que obriga todos os sites que coletam dados pessoais de usuários a manterem uma política de privacidade e uso de ferramentas que protegem essas informações. 

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Como identificar vulnerabilidades?

A Organização Internacional de Normalização, mais conhecida como ISO, prevê em sua diretriz Nº 27000 que ameaças são causas potenciais de incidentes não desejados, os quais podem resultar em danos ao sistema ou até a própria organização de forma severa.

Sendo assim, uma vulnerabilidade é percebida quando há riscos de ameaças e indícios de que o sistema interno vem sofrendo tentativas de invasão.

Logo, o ideal para que a empresa não sofra com ataques virtuais e roubo de informações é investir em softwares que identifiquem essas brechas na rede e solucionem esses problemas. 

Um bom exemplo de software que executa com precisão essa tarefa é o Qualys Web Application Scanning, oferecendo testes de vulnerabilidade automatizados e varreduras completas.

3 principais vulnerabilidades em aplicações web

Diversos fatores podem contribuir para que ocorram invasões no sistema interno da sua organização, como, por exemplo, não possuir uma gestão de vulnerabilidades, ignorar ameaças virtuais e não conhecer os tipos de execuções maliciosas que podem tomar a sua rede. 

Sabendo disso, separamos as 3 vulnerabilidades em aplicações web mais perigosas. Confira!

Vazamento de dados 

Muitas aplicações podem vazar informações, violar políticas de privacidade e até afetar o funcionamento interno sem intenção.

Aplicações web geralmente vazam dados sobre seu funcionamento por meio de mensagens de erros especificados e debug.

Logo, esses dados detalhados podem abrir aberturas para invasões SQL.

Brecha na Autenticação

A autenticação e gerência de acessos são dois fatores que devem ser levados muito a sério quando falamos em segurança da informação. 

Falhas nessas áreas podem comprometer todo o sistema interno de uma empresa e permitir que hackers controlem o servidor. 

Por isso, é muito importante que o seu site possua SSL (autenticação de segurança) e sejam implementadas senhas seguras de acesso.

Além de educar seus funcionários sobre o assunto, é claro.

Cross site request forgery (CSRF)

Por fim, uma das vulnerabilidades mais perigosas da web é o CSRF, que atua forçando o navegador logado do usuário a enviar requisições suspeitas.

Logo, se a página não possui verificação de autorização ou deixe de perguntar se o usuário está querendo se conectar mesmo, a vítima pode cair facilmente.

Conclusão

Com a enorme quantidade de softwares e ferramentas digitais presentes no mercado, estamos cada vez mais propensos a sofrer ataques. 

Entretanto, as vulnerabilidades em aplicações web podem ser evitadas facilmente com serviços específicos e de qualidade. 

Portanto, se você procura evitar invasões na sua rede, através de ataques de injeção SQL e tipos específicos, é fundamental investir em ferramentas apropriadas.

Fale com um de nossos especialistas e descubra qual a melhor solução para o seu negócio. 

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