O futuro da cibersegurança: insights da Integrasul na RSA Conference 2026

Por: Integrasul

Imagem com o banner da feira RSAC 2026

10 de ABRIL

Entre os dias 23 e 26 de março, o mundo da tecnologia voltou seus olhos para o Moscone Center, em São Francisco (EUA). A RSA Conference (RSAC) 2026, o maior e mais influente evento de cibersegurança do planeta, não foi apenas uma feira de exposições, foi o centro de uma transformação na forma como protegemos dados, empresas e pessoas. 

Representando a Integrasul, nosso CEO, Marcelo Pacheco, e nosso CTIO, Edson Dino Salvati, estiveram presentes para conhecer as tendências que indicarão o ritmo da segurança digital neste ano. Com um público de mais de 40 mil participantes vindos de em torno de 120 países e mais de 700 palestrantes, o evento reafirmou que a cibersegurança é uma prioridade em para todos os tipos de organizações. 

Essa visita reforça o nosso compromisso com o mercado brasileiro para nos alinharmos às melhores práticas mundiais e levar inovação para as operações do nosso país.

Neste artigo, compartilhamos os principais pilares que observamos na RSAC 2026 e como esses insights já estão moldando a nossa visão estratégica para o direcionamento de cibersegurança para os nossos clientes.
 

1. A Inteligência Artificial: de opção a infraestrutura fundamental 


Se em edições anteriores a Inteligência Artificial (IA) era vista como uma promessa futurista, na RSAC 2026 ela foi o ponto em comum em praticamente todos os estantes. Presente na grande maioria dos serviços apresentados, contatamos que usar a IA não é mais uma opção, faz parte da sobrevivência corporativa, tal como o uso da internet se tornou indispensável décadas atrás. 

Marcelo Pacheco e Edson Dino observaram que o debate evoluiu do "o que a IA pode fazer" para "como ela está sendo integrada na prática". Atualmente, a IA já é amplamente utilizada no lado ofensivo pelos cibercriminosos para criar malwares sofisticados e automatizar ataques. Por isso, a resposta precisa ser proporcional: precisamos utilizar a IA na defesa
 

Análise de contexto e produtividade 

O grande desafio atual não é a falta de informações, mas o excesso delas. Plataformas que utilizam IA para análise de contexto foram destaque. Com processos bem estruturados e fontes de eventos alimentando algoritmos inteligentes, as empresas conseguem filtrar o ruído e focar no que realmente importa. Para aumentar a produtividade das equipes de segurança, permitindo que elas respondam a ameaças complexas em poucos segundos. 
 

2. Gestão de Risco e exposição: falando a língua do business 


Um dos pontos mais discutidos na conferência foi a necessidade de transformar o risco técnico em risco de negócio. Historicamente, a cibersegurança era vista pelo board das empresas como uma caixa preta repleta de termos técnicos difíceis de compreender e que eram uma fonte de custos. 

Na RSAC 2026 foram apresentadas soluções de Gestão de Exposição e IRM (Integrated Risk Management) com IA embarcada que mudam esse paradigma. A tendência agora é mensurar o risco de forma objetiva e proativa com argumentos para os gestores das empresas terem mais informações na tomada de decisão. 

"Não se trata mais de dizer 'temos uma vulnerabilidade no servidor X', mas sim de apresentar ao board: 'este risco impacta 15% do nosso faturamento mensal se não for mitigado agora'", reflete Marcelo Pacheco. 

Essa abordagem foca em dados voltados ao negócio e menos técnicos, permitindo que a segurança seja vista como um habilitador de crescimento, e não como um centro de custo. 
 

3. O novo Firewall: identidade e Zero Trust 


A era do perímetro físico acabou. Com o trabalho híbrido e a nuvem, o conceito tradicional de firewall teve um novo acréscimo de opções. Na RSAC 2026, vimos que a identidade é o novo firewall

O modelo de Zero Trust (Confiança Zero) consolidou-se como o padrão referência. Independentemente de onde o usuário esteja ou qual dispositivo use, a verificação contínua da identidade é a única forma de garantir a segurança em um ecossistema complexo. 

O mercado entende que ser atacado é uma possibilidade real para qualquer organização. Portanto, a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma empresa está na sua capacidade de proteção e recuperação rápida. A cibersegurança proativa é o que garante que a operação não pare, mesmo diante de um incidente. 
 

4. Simplificando o ecossistema: o fim das ferramentas isoladas 


Um dos grandes pontos identificados por Edson Dino Salvati durante as visitas aos expositores foi o caos das ferramentas. Muitas empresas possuem dezenas de soluções de segurança que simplesmente não se conversam. 

O resultado disso é uma operação complexa, cara e cheia de pontos cegos. A RSAC 2026 apontou para a simplificação e integração. O futuro pertence às empresas plataformas que se interligam, permitindo uma visão holística de todo o ambiente digital. 

Simplificar a operação não significa ter menos segurança, mas sim ter ferramentas que otimizem o orçamento e aumentem a eficiência. A possibilidade de integração via IA permite que uma solução de proteção de endpoint, por exemplo, alimente automaticamente o sistema de gestão de vulnerabilidades (GV), criando um ciclo de defesa autônomo e inteligente com a gestão de uma empresa que conheça as diferentes plataformas e saiba como integrá-las. 
 

5. Confiança e networking: o valor do fator humano 


Apesar de toda a tecnologia de ponta, a RSAC 2026 lembrou a todos que a cibersegurança ainda é sobre confiança e trocas humanas. O networking realizado entre os participantes gerou um ambiente riquíssimo para o compartilhamento de lições aprendidas e diferentes experiências. 

A Integrasul, ao enviar sua liderança para o coração da discussão global, reforça seu papel de guia para as empresas brasileiras. Marcelo e Edson voltaram com a bagagem cheia de estratégias para ajudar nossos clientes a navegarem nesse cenário que, embora cada vez mais complexo, oferece oportunidades gigantescas para quem souber usar a tecnologia de forma estratégica. 
 

O que esperar de agora em diante? 


A visita à RSA Conference 2026 confirmou que estamos vivendo uma revolução. A cibersegurança não é mais um detalhe da TI, ela precisa estar no centro das decisões de crescimento das empresas que desejam ser bem-sucedidas. 

Na Integrasul, já estamos aplicando esses pilares em nossas consultorias e soluções: 
1. IA para defesa: automatizando o que é repetitivo para sermos cirúrgicos no que é crítico. 
2. Segurança orientada a riscos: traduzindo ameaças técnicas em decisões estratégicas de negócio. 
3. Identidade e Zero Trust: blindando o acesso de forma inteligente e resiliente. 
4. Ecossistemas integrados: reduzindo a complexidade para otimizar investimentos. 

A tecnologia evolui, os ataques se tornam mais inteligentes, mas a nossa capacidade de antecipação e adaptação é o que nos manterá protegidos. 

A pergunta para o seu negócio não é mais se você vai ser alvo de um ataque, mas sim: o quão resiliente e preparado você está para crescer com segurança neste novo mundo? 

A Integrasul está aqui para garantir que sua resposta seja: totalmente preparado

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