Tendências em Cibersegurança para 2026: saiba onde investir e quais são os principais pontos de atenção

Por: Integrasul

Imagem de uma mão teclado em um computador sobre posta pela imagem de um escudo com a escrita 2026

09 de JANEIRO

Em 2025 vimos ataques que escalaram do campo virtual para o físico, infiltrações em sistemas do judiciário e o uso massivo de Inteligência Artificial para extração de dados em segundos. Se 2025 foi o ano em que o cibercrime se profissionalizou de forma alarmante, 2026 será o ano em que a defesa precisará se tornar autônoma, proativa e, acima de tudo, resiliente.


O desafio não é mais apenas evitar invasões, mas sim garantir a continuidade do negócio em um ecossistema onde a ameaça é constante e evolui em tempo real. Neste artigo, exploramos as tendências que definirão a cibersegurança em 2026 e como sua empresa pode se preparar para elas.
 

1. Aumento do uso das IAs: agentes autônomos de ataque e defesa

Se em 2025 a IA Generativa era usada para criar e-mails de phishing, em 2026 veremos a ascensão de agentes de IA ainda mais preparados para diferentes tipos de ataques, como em malwares que não precisam de um humano operando o comando e controle com autonomia para tomar decisões dentro da rede invadida, buscar vulnerabilidades e acessar dados de forma silenciosa.

Em contrapartida, a Inteligência Artificial também estará mais presente para fortalecer as linhas de defesa. As ferramentas de segurança deixarão de ser reativas para se tornarem sistemas de proteção proativa. A tendência é que plataformas de nova geração de SOC (Security Operations Center) consigam isolar máquinas infectadas e reconfigurar firewalls rapidamente, utilizando modelos de Machine Learning que antecipam o comportamento do invasor.
 

2. Cibersegurança preditiva

A próxima geração da segurança digital será proativa. A cibersegurança preditiva utiliza técnicas avançadas de Inteligência Artificial para antecipar, neutralizar e interromper ataques antes que aconteçam, superando o modelo tradicional de detecção e resposta.

O número de ameaças alimentadas por IA cresce exponencialmente, atingindo redes, aplicações e dispositivos IoT.
 

3. Segurança de OT e Infraestrutura: blindagem do chão de fábrica

A convergência entre TI (Tecnologia da Informação) e OT (Tecnologia Operacional) atingiu seu pico. Em 2026, a segurança de sistemas e dispositivos IoT industriais deixará de ser um extra para se tornar fundamental no plano de segurança industrial.

A visibilidade total sobre o que acontece no chão de fábrica, integrada aos sistemas de controle da segurança da informação da empresa, será a principal forma de evitar que um ataque de ransomware pare uma linha de montagem ou comprometa a distribuição de energia.
 

4. Engenharia Social e Deepfakes atualizados

O treinamento de conscientização tradicional precisará ser completamente reformulado. Em 2026, os ataques de deepfake de áudio e vídeo em tempo real serão comuns em chamadas de vídeo corporativas.

Criminosos usarão clones de voz e imagem de CEOs e diretores financeiros para tentar autorizar transferências bancárias ou liberar acessos a sistemas sensíveis. A confiança olho no olho via câmeras não será mais suficiente. 

A tendência é o uso de protocolos de verificação e assinaturas digitais biométricas em todas as comunicações críticas internas. A educação dos colaboradores passará a focar em ceticismo digital e processos rígidos de dupla verificação humana.
 

5. Do "Identity Management" para o ITDR (Identity Threat Detection and Response)

Novos cuidados precisam ser tomados com a identificação da identidade no mundo corporativo. Em 2026, o foco mudará de apenas gerenciar acessos (IAM) para detectar ameaças baseadas em identidade (ITDR). Os atacantes podem focar em roubar sessões de autenticação e manipular privilégios.

As ferramentas de ITDR monitoram o comportamento do usuário em tempo real: se um colaborador que normalmente acessa o sistema de São Paulo às 9h logar de uma localidade incomum com um comportamento de clique robótico, o acesso é cortado instantaneamente, mesmo que a autenticação biométrica tenha passado. A identidade será monitorada como um ativo vivo e constante.
 

Como sua empresa deve se posicionar para 2026?

A cibersegurança em 2026 não será resolvida com uma única ferramenta mágica, mas com uma mudança de arquitetura. 

É preciso investir em passos práticos, como realizar o Diagnóstico de Maturidade de Segurança da Informação da sua empresa para entender quais áreas estão vulneráveis e quais ações devem ser realizadas.

Revisar e reforçar a proteção de senhas e acessos dos usuários internos, sempre com foco em múltiplos fatores de proteção.

Incluir a área operacional e de OT na empresa é fundamental para garantir uma proteção completa e visibilidade real dos pontos que devem ser protegidos pela empresa.

Manter ou iniciar Programas de Conscientização de Usuários é fundamental para que profissionais de diferentes níveis hierárquicos da empresa estejam preparados para lidar com os diferentes tipos de ameaça presentes.

As tendências para 2026 mostram um cenário desafiador, mas também repleto de oportunidades para empresas que enxergam a cibersegurança como um investimento de negócios e não como um custo. A resiliência digital será o maior diferencial competitivo da década.

Na Integrasul, estamos na vanguarda dessas tecnologias. Através de nossos parceiros e dos nossos serviços especializados, ajudamos sua empresa a desenhar o roteiro para uma infraestrutura protegida e preparada para o futuro.

O futuro da sua segurança começa agora. Quer saber quão madura sua empresa está para enfrentar os desafios de 2026?

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